Tipos de alopecia: androgenética, areata, difusa e cicatricial


Alopecia vem do grego alópex (raposa) — uma referência antiga a uma doença que causava calvície em raposas. Hoje o termo engloba diversas condições médicas diferentes, todas caracterizadas pela perda de cabelo ou pelos, mas com causas, evolução e tratamento completamente distintos entre si. Entender qual tipo você tem é o primeiro passo antes de decidir o que fazer.
É a forma mais comum de queda de cabelo no mundo. Ocorre pela sensibilidade genética dos folículos à diidrotestosterona (DHT), um hormônio derivado da testosterona. Com a ação contínua do DHT, os fios nascem progressivamente mais finos, curtos e menos pigmentados — um processo chamado miniaturização — até que o folículo atrofia e passa a produzir apenas uma penugem invisível.
Nos homens, inicia-se tipicamente pelas entradas e pela coroa. Nas mulheres, costuma se manifestar como um afinamento mais difuso no topo da cabeça, preservando a linha frontal. A herança genética é poligênica — ou seja, pode vir tanto do lado paterno quanto do materno, ao contrário do mito de que só a família da mãe influencia.
É uma doença inflamatória e autoimune: o próprio sistema imunológico ataca por engano os folículos capilares saudáveis, interrompendo abruptamente o ciclo de crescimento. O resultado são falhas arredondadas ou ovais, com a pele lisa e brilhante por baixo. Pode ocorrer em qualquer idade e afetar qualquer pessoa, e em casos mais raros evolui para a perda total dos cabelos (areata total) ou de todos os pelos do corpo (areata universal).
Diferente das formas crônicas, essa é geralmente temporária. Caracteriza-se por uma queda contínua em todo o couro cabeludo, que reduz a densidade geral — costuma ser desencadeada por estresse físico ou emocional intenso, deficiências nutricionais, alterações hormonais, cirurgias ou infecções, aparecendo algumas semanas depois do gatilho. Como o folículo permanece vivo, o quadro costuma se resolver sozinho quando a causa é corrigida.
Aqui não existe reversão possível: o folículo é destruído de forma definitiva e substituído por tecido cicatricial. Não é uma doença única, mas um grupo de condições — infecções, doenças autoimunes ou inflamatórias específicas — que têm em comum esse desfecho irreversível na área afetada.
A prótese capilar de micropele cobre a área afetada e devolve o resultado visual completo, seja qual for a causa da queda. Para quem já passou por tratamentos sem o resultado esperado, ou simplesmente quer resolver a aparência agora, é o caminho mais direto e previsível.
Seja qual for o tipo de alopecia, a prótese capilar de micropele devolve o resultado com naturalidade, sem depender do estado do seu folículo.
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